sábado, 4 de junho de 2016
Estar À Espera Ou Procurar - B Fachada
Vais ficar pra mim
Vais ficar pra sempre aqui
Vais ficar eu sei
Vai ser tal qual eu sonhei
Quando vier no fim
Eu ainda vou gostar de ti
Se tu morreres então, não vou passar do ramadão
Vais ser mãe certeira
Eu vou poder até que enfim,
Ser pai a vida inteira
Ter horta e capoeira
Se tu passares eu não te vou deixar fugir de mim
Eu não te vou largar
Vou ser fiel sem me cansar.
Até consigo imaginar a tua cara o meu abraço
E agora o que é que eu faço, estar à espera ou procurar?
Até consigo imaginar a tua cara o meu abraço
E agora o que é que eu faço, estar à espera ou procurar?
Vais ser tu pra mim
Eu vou calar-me só pra ti
Deixar contigo a lei
Esquecer-me tudo aquilo que sei
Se tu passares meu bem
Será que vais notar em mim
Senão eu vou cá estar pronto para te encontrar.
Até consigo imaginar a tua cara, o meu abraço
E agora o que é que eu faço, estar à espera ou procurar?
Até consigo imaginar a tua cara o meu abraço
E agora o que é que eu faço, estar à espera ou procurar?
Quando uma música nunca fez tanto sentido... desde a letra até ao nome da banda.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
25 de Janeiro de 2016
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| "banco do momento verdadeiro. Eles já se tinham ido embora" |
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Lusofonias e a Vida - “A poesia não salva o mundo. Mas salva o minuto”
Matilde Campilho
in http://publico.uol.com.br/culturaipsilon/noticia/a-poesia-nao-salva-o-mundo-mas-salva-o-minuto-1700928
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Qualquer coisa é motivo pra uma coisa levar a outra
Não é possível ser esperto, inteligente
E ao mesmo tempo amar
Não vou negar, não vou negar, enfim
As paixões, meu amor, são tontas, são tantas
Chegou a conta, esteja pronta, aquele ponto
Em que tudo muda
Não quero ser o último a chorar"
https://www.youtube.com/watch?v=TE_m5Je1KoE
sábado, 1 de março de 2014
22 de Dezembro de 2013
Uma vida a despertar noutra vida que adormece!
http://www.youtube.com/watch?v=PAd8PlAHLa8
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Balanço de um Homem
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Dificilidades
O complicómetro esta ligado e não dá para ser desligado! Uma fase chega ao fim e outra começa e eu nunca vi finais fáceis... se existem eu não tenho sido bafejado por essa sorte, mas a verdade é que, as coisas assim - menos fáceis ou absurdamente difíceis - terão outra razão de ser no final, outro tempero e mais substancia para absorver.
As pessoas são complicadas, as situações são complicadas, as vidas são complicadas e parece que tudo tende a complicar-se ainda mais. É a vida! A vida é assim, cada vez mais complexa.
A verdade é que se queremos uma vida mais facilitada só temos um caminho: voltarmos a ser crianças. Ai, a inocência impera e a crueldade é devidamente autorizada.
A outra opção é tornarmos-nos mais organizados. Revermos quem nos complica a vida, identificarmos quem não está na nossa onda e realizarmos essa limpeza que as vezes é necessária.
A questão não esta em livrarmos-nos das complicações, mas sim definir a sequência em que elas surgirão na nossa vida. E quando elas surgirem devemos ter sempre em mente um principio fundamental: resolve-lo o mais depressa possível.
Os problemas fazem-nos evoluir, essa é a sua função. Mas às vezes não é fácil... também ninguém nos disse que não ia ser difícil.
Continuemos o caminho.
Disse.
domingo, 14 de abril de 2013
ponto de situação
Refiro-me ao blog como uma entidade pois a culpa de tudo isto é dele e não minha seu criador! Ele foi o grande culpado por eu nunca me ter debruçado nas questões iniciais que realmente me motivavam! Ele, no fundo, enganou-me, fez-me criar a si próprio e foi-me obrigando a escrever sobre aquilo que não seria suposto escrever, mas que, relendo-o afinal era o que fazia sentido e continua a fazer!
Sinto-me enganado pelo meu próprio blog! De todas as vezes que eu aqui escrevi o 'gajo' enganou-me certinho! Deveria estar chateado com ele, e estive! Desde Novembro de 2011 que não escrevia nele, vocês sabem como é aos filhos nós perdoamos tudo! Mais, no meio do processo todo acho que também tenho a minha cota de culpa!
Então assim sendo aqui estou eu de novo, animado, esperançado nesta nova fase deste meu blog que amadureceu e que agora possa ser aquilo que ele realmente é um lugar para fazer aquilo que o João, seu criador, adora fazer: conversar!
Nem que seja com ele próprio.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Desejo a Você...

Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
... Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não Ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/sintese-da-felicidade=f684830#ixzz1cZc6ZUd3
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Saber Desfrutar Todos os Tempos
domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Entrevista a Mia Couto - Jornal i

É um dos escritores de língua portuguesa com maior destaque a nível mundial. Pensa que a nossa língua é o nosso maior bem?
Não sei muito bem. Acho que nós provavelmente glorificamos e veneramos esta entidade a que chamamos língua portuguesa. Ela existe num contexto de história, de partilha de saberes, de partilha de culturas, de histórias com "h" minúsculo que me parece que não podem ser separadas. Normalmente, pensamos neste entidade como um corpo que depois se autonomiza e é tratado por linguistas e é objecto de acordos e desacordos. Acho que essa fusão de pequenas histórias, de coisas, vai para além desse corpo a que chamamos língua. É uma carga de sentimento, está incorporado, constitui uma memória genética. Não é que eu não queira celebrar a língua portuguesa como um património que evidentemente é importante e nos coloca no mundo como um corpo colectivo que é a comunidade dos países de língua portuguesa, mas acho que não devemos ficar prisioneiros desse elemento redutor.
O Brasil é visto como uma das grandes potências de futuro e é já uma das maiores economias a nível mundial. É pelo Brasil que passa o futuro de países como Portugal, mas também Angola e Moçambique?
É praticamente inevitável, pela força económica e pela vitalidade do Brasil. Não se trata apenas de uma potência económica, mas também cultural e demográfica. O Brasil será a nossa estrela guia, para o bem e para o mal, e eu não vejo problema nenhum nisso. Felizmente, sou de um país pequenino, que não tem pretensão nem nunca teve de ser líder de qualquer coisa.
Falemos então do acordo, ou desacordo ortográfico. Como natural de Moçambique e falante da língua portuguesa, o que acha deste acordo, que já está em vigor, para o bem ou para o mal?
Não sou um militante contra o acordo. Não me reconheci em algumas da razões que foram invocadas para chegar a este acordo, como por exemplo que este acordo facilitaria um melhor entendimento entre a língua. Sempre li livros do Brasil e com o maior prazer, pelo facto de eles terem uma grafia ligeiramente diferente. Os meus livros e os de Saramago são publicados com a grafia original e nunca ninguém se queixou. Acho inclusivamente que há uma diferença na grafia que só traz valor. Mas não faço guerra ao acordo. As nossas guerras são outras, é perceber porque é que nós, países de língua portuguesa como Portugal ou Moçambique, estamos tão distantes do Brasil, porque é que o Brasil está tão distante de nós. Por que razão é que um filme português no Brasil tem de ser legendado. Porque é que quando eu chego ao Brasil e digo que sou de Moçambique, ninguém sabe onde é ou o que é Moçambique.
É ecologista e biólogo de formação. Diz-se muito que não estamos a tratar bem o nosso planeta. Quais são então os grandes desafios, o que temos que fazer para salvar a Terra?
Há aqui uma fabricação de medo, uma visão de apocalipse na qual eu não alinho e a presunção de que nós somos o centro. A ideia de que o homem tem de proteger o planeta e salvar a natureza é uma concepção quase infantil. O nosso primeiro dever é perceber determinadas coisas que vão muito para além da arrogância do ser humano. Falamos com uma facilidade enorme do clima, das previsões sobre as mudanças climáticas, mas a verdade é que grande parte das razões que regem o nosso clima estão para além do nosso alcance. Por outro lado, as notícias apocalípticas vendem bem. Uma notícia que diga que ainda não sabemos bem os efeitos dos raios ultravioletas ou do dióxido de carbono não vende.
A sua escrita fala muito de sensações, da pele, do ser humano. Numa altura em só ouvimos falar de agências de rating, acha que temos de voltar à nossa essência?
Estamos no caminho errado, mas não sei se o verbo seria "voltar". Temos de avançar e construir uma outra visão do mundo. Aquilo que chamamos "a grande crise" vai ser muito produtiva, porque nos vai pôr perante novas soluções, novas emergências, novos enquadramentos.
Por exemplo, fora dos contextos tradicionais das assembleias e dos partidos, jovens em várias partes do mundo pegaram nas rédeas, usando mecanismos modernos, como a internet, o twitter, o facebook, e criaram um movimento de mobilização. De repente é tudo imprevisível. Não sabemos e temos muito medo de não saber.
Fomos educados para pensar que o mundo é previsível e quando não é ficamos aterrorizadíssimos. Há uma grande alegria de dizer não sei hoje. Temos de reaprender coisas que são básicas, como por exemplo a distinção entre saber e sentir. Valorizamos o saber como coisa masculina e desvalorizamos o sentir como coisa feminina. Isso é absurdo. São fronteiras que arbitrariamente construímos. Não sei onde termina o saber e começa o sentir. São fundamentos do nosso conhecimento que temos de contestar.
Sou um optimista sem esperança. Penso que não chegámos ao fim e há sempre algo a fazer.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Hem? Hem? O que mais penso, testo e explico: todo-o-mundo é louco. O senhor, eu, nós, as pessoas todas. Por isso é que se carece principalmente de religião: para se desendoidecer, desdoidar. Reza é que sara da loucura. No geral. Isso é que é a salvação-da-alma... Muita religião, seu moço! Eu cá, não perco ocasião de religião. Aproveito de todas. Bebo água de todo rio... Uma só, para mim é pouca, talvez não me chegue. Rezo cristão, católico, embrenho a certo; e aceito as preces de compadre meu Quelemém, doutrina dele, Cardéque. Mas, quando posso, vou no Mindubim, onde um Matia é crente, metodista: a gente se acusa de pecador, lê alto a Bíblia, e ora, cantando hinos belos deles. Tudo me quieta, me suspende. Qualquer sombrinha me refresca. Mas é só muito provisório. Eu queria rezar - o tempo todo. Muita gente não me aprova, acham que lei de Deus é privilégios, invariável. E eu! Bofe! Detesto! O que sou? - o que faço, que quero, muito curial. E em cara de todos faço, executado. Eu? - não tresmalho!
http://meubigode.blogspot.com/2009/07/o-grande-sertao-veredas.html
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Taxi Lunar

segunda-feira, 14 de março de 2011
A Lição do Chico
terça-feira, 8 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
ainda a propósito do post anterior... e os pretos da batalha de Lális

Os pretos soldados portugueses da Grande Guerra.
fonte: projecto9b.blogs.sapo.pt/1708.html
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
porque é que o Zeca Afonso não viveu tanto tempo como o Vinícius de Moraes?!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
"20 paus"

Para lá de onde me sinto.
Tento ver sem me ver
Na esperança súbita de saber
Em que movimentos me finto.
Naquel entrecruzar constante
Neste chocar sem chocar
Onde o espaço é quase tudo
e o tempo quase nada
me tento em vão ver passar.
Uns vão rindo outros sorrindo
outros vão de rosto mudo
há quem simplesmente vá indo
Na fé que o vento varra tudo
Mas eis que um olhar diferente
vestes tu a esvoaçar
como se há muitos prédios
não nos tirassem o ar.
Na fronte leva a certeza
De mar manso em lua cheia
deixo vinte paus na mesa
vou apanhar a boleia.
musica Esplanada, dos Trovante.



